Escuta...
Esse é o som do meu coração,
Batendo repetidamente contra o vazio da existência,
Incessantemente procurando um motivo pra tanta emoção.
Alguma coisa por que valha a pena morrer,
Alguém por quem valha a pena viver,
Pelo sol, pelo brilho dos meus olhos,
E a brisa da noite.
Por tudo que já passei,
Pelo que fiz passarem,
Pelos sorrisos que causei,
E, possivelmente, pelos sonhos que verei realizarem...
sábado, 6 de julho de 2013
quinta-feira, 4 de julho de 2013
Cocoon
Deslumbrado,
Exato, um deslumbrado, é isso que sou.
Por qualquer coisa, qualquer pessoa,
Efeito do meu isolamento, da minha cruz,
Como um cego anseio por qualquer imagem,
Glorifico qualquer herói fanfarrão,
Percebo que cada dia que passa,
Mais sede eu sinto e, com isso,
Cada gota d'água se torna uma riqueza.
Não estou pronto,
Sou imaturo,
E na minha inocência penso que deixando de ser humano,
Um dia receba o que os melhores conseguem,
Pouco pior do que mariposa na luz,
Como ela busco o sol,
Mas nem mesmo persigo coisas que se assemelham com ele.
Me sinto mal por isso,
Tenho plena visão da realidade,
Sei que ela não vai se modificar por conta própria,
E não me ponho a caminho de causar a mudança.
Por honra ao conformismo.
Exato, um deslumbrado, é isso que sou.
Por qualquer coisa, qualquer pessoa,
Efeito do meu isolamento, da minha cruz,
Como um cego anseio por qualquer imagem,
Glorifico qualquer herói fanfarrão,
Percebo que cada dia que passa,
Mais sede eu sinto e, com isso,
Cada gota d'água se torna uma riqueza.
Não estou pronto,
Sou imaturo,
E na minha inocência penso que deixando de ser humano,
Um dia receba o que os melhores conseguem,
Pouco pior do que mariposa na luz,
Como ela busco o sol,
Mas nem mesmo persigo coisas que se assemelham com ele.
Me sinto mal por isso,
Tenho plena visão da realidade,
Sei que ela não vai se modificar por conta própria,
E não me ponho a caminho de causar a mudança.
Por honra ao conformismo.
Talking about the unseen
Eu rio da vida,
Brinco com drama
Danço no fio da faca,
Na ponta da chama...
Vivo desse tédio,
Desafio poético
Rio do mundo,
Um escaravelho no deserto
Sorrio da vaidade,
Dos filhos de Lama
Autodenominados sábios,
Com medo de carma.
Sou feito de barro,
Cria de amor
Irmão desgarrado,
Tocado pelo calor.
Não deixe assim tão claro,
O medo que sente
Junte-se a mim,
Numa jornada da mente.
Aprenda com a fossa,
E com o mago sagaz
Mas lembre que a bosta,
Ainda vem do pensar.
Deixe o vento levar,
A chuva embalar
O broto nascer,
Se permita crescer.
Brinco com drama
Danço no fio da faca,
Na ponta da chama...
Vivo desse tédio,
Desafio poético
Rio do mundo,
Um escaravelho no deserto
Sorrio da vaidade,
Dos filhos de Lama
Autodenominados sábios,
Com medo de carma.
Sou feito de barro,
Cria de amor
Irmão desgarrado,
Tocado pelo calor.
Não deixe assim tão claro,
O medo que sente
Junte-se a mim,
Numa jornada da mente.
Aprenda com a fossa,
E com o mago sagaz
Mas lembre que a bosta,
Ainda vem do pensar.
Deixe o vento levar,
A chuva embalar
O broto nascer,
Se permita crescer.
terça-feira, 2 de julho de 2013
Something
E a vontade de sorrir era tanta
Que não importando se trágico ou cômico o motivo
O franzir de lábios aparecia
Que não importando se trágico ou cômico o motivo
O franzir de lábios aparecia
Assinar:
Postagens (Atom)