-As I was saying...
Achei que seria dessa vez,
Inútil pensar assim, já passei dessa fase,
Começo a entender que tudo que eu me atrevo a tocar acaba em ruína.
Ou mesmo nem chega a ser construído...
E eu me cobro tanto...
Tento não cometer erros, realmente tento nunca fazer nada de errado,
Vivo pelas regras, metódicamente são... E insano por ser assim
Não sou e não posso ser nada mais que isso, não sei onde posso encontrar alegria.
Como poderia? Vivo pelas regras alheias, encaixado no sistema,
Parte de um todo bem maior e não posso dizer que trabalhei contra isso.
Entendo que ainda não está tarde para mudar, mas já cheguei até aqui...
Espero conseguir uma sobrevida maior.
Mesmo sem um motivo pra isso,
E ver isso realmente me desagrada, ter consciência da minha fraqueza,
De tudo que me rodeia, Estaria melhor se fosse um boneco na minha prateleira.
Eu simplesmente não tenho nada, e mesmo tendo pouco não me forço a tentar algo maior...
Com medo de perder tudo.
Poderia escrever isso de maneira bonita, cheia de floreios...
Poderia guardar isso pra mim sem nunca expôr,
Mas não o faço... Não o faço porque,
Tenho a vã esperança de que alguém veja ou perceba,
Mesmo não tendo ninguém por ou para mim.
E como tudo na minha vida,
Começa pelos meus sentimentos,
Aflora nos meus pensamentos,
E recaí na minha impotência...
Só gostaria de dizer eu te amo.
- Can someone bring me a cup of tea? I'm thirsty.
segunda-feira, 19 de novembro de 2012
domingo, 18 de novembro de 2012
Headache
O que é que estou fazendo?
Será que meus passos estão certos? Milimétricamente centralizados com o meu desejo?
Várias vezes me peguei dizendo coisas pro vento que não diria a mais ninguém...
Por não ter a quem dizer.
Passa o tempo e a cada momento o vento leva o que eu sinto que deveria fazer...
Passa o dia, roda o mundo e em um segundo não estou aqui...
Faz do vento meu desejo de encontrar o porque...
O porque do porque que quero saber o porque...
Pra que saber? É inutil ter consiência...
Não penso que o saber um dia vai me curar,
Já nasci assim, quebrado; e estou muito bem, obrigado, não precisa se preocupar.
Vou morrer aos poucos e só quero fazer um pouco do que preciso pra não chorar...
Desgastar cada centímetro, polir cada fio e aresta que posso ver...
Não sou nada sem isso, escravo da fragmentação...
E sim, me sinto cansado de passar o meu tempo pra perder tudo no fim
Por não ter a certeza de nada...
Mas porque será que isso me afeta tanto?
Será que meus passos estão certos? Milimétricamente centralizados com o meu desejo?
Várias vezes me peguei dizendo coisas pro vento que não diria a mais ninguém...
Por não ter a quem dizer.
Passa o tempo e a cada momento o vento leva o que eu sinto que deveria fazer...
Passa o dia, roda o mundo e em um segundo não estou aqui...
Faz do vento meu desejo de encontrar o porque...
O porque do porque que quero saber o porque...
Pra que saber? É inutil ter consiência...
Não penso que o saber um dia vai me curar,
Já nasci assim, quebrado; e estou muito bem, obrigado, não precisa se preocupar.
Vou morrer aos poucos e só quero fazer um pouco do que preciso pra não chorar...
Desgastar cada centímetro, polir cada fio e aresta que posso ver...
Não sou nada sem isso, escravo da fragmentação...
E sim, me sinto cansado de passar o meu tempo pra perder tudo no fim
Por não ter a certeza de nada...
Mas porque será que isso me afeta tanto?
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