As vezes quando me sinto sozinho,
Lembro do que passou,
Sinto saudade do que ficou,
Mas me sinto bem pela minha história,
Hoje eu as olho de outra maneira,
Sem aquela antiga sombra a se avultuar sobre o momento,
Tudo fica mais claro, mais feliz,
Os sorrisos, tão claros, iluminam meu presente (mesmo sendo de um passado distante)
Guardo o que fizemos em um estojo de veludo,
Trancado no meu coração,
Intacto, só para mim,
Talvez pros outros não seja grande coisa, mas o que vivi, o que passei contigo
Ilumina meu caminho mais escuro, a atual estrada sem saída.
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
Como?
Sinceramente não sei mais,
Se estou sendo dragado ou me aproximando por vontade própria
Perdi a razão a algum tempo atrás,
Será que é isso mesmo que quero?
Inútil discutir, a única coisa que sei é
Seguir e seguir e seguir e seguir e seguir...
Não sei o porquê, nem quero saber
De que me convêm algo que só atrapalharia?
Atrasaria minha caminhada,
Sei que não estou mais preso a força
Estou leve a vagar por terras inexploradas
E o que mais me importa?
Estou vivo, pelo menos mais do que nunca.
Se estou sendo dragado ou me aproximando por vontade própria
Perdi a razão a algum tempo atrás,
Será que é isso mesmo que quero?
Inútil discutir, a única coisa que sei é
Seguir e seguir e seguir e seguir e seguir...
Não sei o porquê, nem quero saber
De que me convêm algo que só atrapalharia?
Atrasaria minha caminhada,
Sei que não estou mais preso a força
Estou leve a vagar por terras inexploradas
E o que mais me importa?
Estou vivo, pelo menos mais do que nunca.
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
Fjölskyldu
Séra que a minha existência é fadada a isso?
Sempre sendo perturbado pela presença alheia em momentos só meus, ou nossos,
Ser obrigado a carregar o peso morto enquanto caminho em uma estrada de navalhas?
É isso que mereço?
Sempre estar mal, mesmo quando tudo que eu deveria sentir é alegria?
Eu tenho ódio do momento em que vim, ódio do sangue grosso e impuro que corre nas minhas veias
E o que mais? Que diabos posso fazer contra isso?
Fui apontado quando surgi, atado a correntes inquebráveis que me tragam pra esse destino
Para essa emoção inexorável que se estende cobrindo cada parte do meu ser, exceto por você
Se eu sou coroado pela semelhança
A única coisa que eu herdo é o pesar de carregar tudo isso
Pela obrigação de suprir o que me é querido e abaixar a cabeça, escondendo minhas vontades,
Para o peso morto.
Sempre sendo perturbado pela presença alheia em momentos só meus, ou nossos,
Ser obrigado a carregar o peso morto enquanto caminho em uma estrada de navalhas?
É isso que mereço?
Sempre estar mal, mesmo quando tudo que eu deveria sentir é alegria?
Eu tenho ódio do momento em que vim, ódio do sangue grosso e impuro que corre nas minhas veias
E o que mais? Que diabos posso fazer contra isso?
Fui apontado quando surgi, atado a correntes inquebráveis que me tragam pra esse destino
Para essa emoção inexorável que se estende cobrindo cada parte do meu ser, exceto por você
Se eu sou coroado pela semelhança
A única coisa que eu herdo é o pesar de carregar tudo isso
Pela obrigação de suprir o que me é querido e abaixar a cabeça, escondendo minhas vontades,
Para o peso morto.
sábado, 7 de janeiro de 2012
Regeneração
O tempo não cura nada
A ferida é apenas substituida por uma mais nova
Sobra apenas aquela dorzinha embotada
Deixada em um canto escuro da sua alma
Escrito dia 28/12/2011, em Florianópolis/SC.
A ferida é apenas substituida por uma mais nova
Sobra apenas aquela dorzinha embotada
Deixada em um canto escuro da sua alma
Escrito dia 28/12/2011, em Florianópolis/SC.
Hipocrisia
Quantos de nós reclamam de barriga cheia?
Quantos ainda vivem essa ilusão?
Vários passam a vida inteira
Sem conseguir chegar onde outros estão
Quem pode os culpar?
Quando não a nada em que eles possam acreditar
Quem pode nos culpar?
Se não conseguimos nem enxergar
Problemas pequenos tampam a visão
Não podemos nem levantar
E nos fazer ouvir em meio a grande multidão
Ah, se pudessemos apenas cantar...
Quem pode nos culpar?
Somos fracos a caminhar
Quem pode os encriminar?
Quando não há nada a provar.
Escrito em 21/12/2011, em Florianópolis/SC.
Quantos ainda vivem essa ilusão?
Vários passam a vida inteira
Sem conseguir chegar onde outros estão
Quem pode os culpar?
Quando não a nada em que eles possam acreditar
Quem pode nos culpar?
Se não conseguimos nem enxergar
Problemas pequenos tampam a visão
Não podemos nem levantar
E nos fazer ouvir em meio a grande multidão
Ah, se pudessemos apenas cantar...
Quem pode nos culpar?
Somos fracos a caminhar
Quem pode os encriminar?
Quando não há nada a provar.
Escrito em 21/12/2011, em Florianópolis/SC.
Mudanças
Mostra pra mim, quem é você?
Em todo esse tempo não pude te perceber,
Talvez eu tenha percebido, mas não pude aceitar
Não se assuste, pois ao meu lado tens um lar.
Escrito dia 20/12/2011, em Florianópolis/SC
Em todo esse tempo não pude te perceber,
Talvez eu tenha percebido, mas não pude aceitar
Não se assuste, pois ao meu lado tens um lar.
Escrito dia 20/12/2011, em Florianópolis/SC
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