Enough of these simulations,
I'm tired to be under this dust,
And I'll never want a quarter or a half,
I need to have it all...
I'm trying to put my focus in the road,
Not in the landscape beside it...
I don't need any comprehension,
Just a bit of motivation...
To bury all my sins,
Seal my beast...
For know that the twilight of the darkness,
Is just the dawn of another day.
sábado, 29 de setembro de 2012
sexta-feira, 28 de setembro de 2012
The Misery Behind our Tragedy
Surely I don't had much time to know what could've been done,
I couldn't understand your reactions,
Couldn't understood your direction...
So I've really fucked up this,
More soon that I ever made,
Don't take it so seriously, I'm just a boy, playing hard with his new action figure...
Until it break up.
And I'm sure that you understand,
When I say that could've been different,
But it wasn't, and life is linear, won't goes back...
So I should wish the best for you,
But I won't, 'cause for me this road ends here...
Please, leave me with my words,
You have enough games to play with...
And I'm fine in being no more one of those,
You could not find a meaning in my heart.
I couldn't understand your reactions,
Couldn't understood your direction...
So I've really fucked up this,
More soon that I ever made,
Don't take it so seriously, I'm just a boy, playing hard with his new action figure...
Until it break up.
And I'm sure that you understand,
When I say that could've been different,
But it wasn't, and life is linear, won't goes back...
So I should wish the best for you,
But I won't, 'cause for me this road ends here...
Please, leave me with my words,
You have enough games to play with...
And I'm fine in being no more one of those,
You could not find a meaning in my heart.
quarta-feira, 26 de setembro de 2012
Surely happy, isn't it?!
Gritos ecoam nos cantos mais profundos da minha mente,
Deus, como eu odeio!
Cada segundo, cada instante, eu preciso esmagar, amassar e cuspir,
E tudo que me resta é olhar, observar,
Mas isso me faz odiar ainda mais...
Todos a minha volta deveriam chorar lágrimas de sangue ao me ver,
A morte deveria ser minha companheira, sempre ao meu lado,
E assim eu seria feliz...
Sim, seria feliz em saber que causo a você todo o mal que vc me causa,
Que todo meu ódio se reflete na sua face...
Queria esmagar seus ossos, mastigar seu coração,
Cortar sua garganta e esmigalhar seu pulmão,
Mas eu não posso...
Não agora, tenho algumas incertezas em relação a você.
Deus, como eu odeio!
Cada segundo, cada instante, eu preciso esmagar, amassar e cuspir,
E tudo que me resta é olhar, observar,
Mas isso me faz odiar ainda mais...
Todos a minha volta deveriam chorar lágrimas de sangue ao me ver,
A morte deveria ser minha companheira, sempre ao meu lado,
E assim eu seria feliz...
Sim, seria feliz em saber que causo a você todo o mal que vc me causa,
Que todo meu ódio se reflete na sua face...
Queria esmagar seus ossos, mastigar seu coração,
Cortar sua garganta e esmigalhar seu pulmão,
Mas eu não posso...
Não agora, tenho algumas incertezas em relação a você.
quinta-feira, 20 de setembro de 2012
Mama, do you remember that day?!
Sinto o leve toque das cicatrizes sem-fim,
Recentes e antigas se misturam nessa atmosfera ofuscante,
Pequenos ciscos no assoalho, o leve cheiro de mofo dos armários antigos,
A terra molhada...
Seu sorriso, minhas gargalhadas,
O som da música embaixo do pé de amora,
Todo o tempo que eu joguei fora...
O medo da chuva, o sapato ensopado,
Palavras correndo iluminadas pelo céu nublado.
Amores perdidos, o cheiro do rum,
O amanhecer daquela páscoa de 2001...
Anos que passaram, sem perceber,
Que ainda se mostram presentes, dentro do meu ser...
Simples e complicado, é como me vejo,
Maior do que aparento, menor do que desejo,
Por tudo que já passei, tudo que conheci,
Carrego em minhas costas, aquilo que vivi.
Recentes e antigas se misturam nessa atmosfera ofuscante,
Pequenos ciscos no assoalho, o leve cheiro de mofo dos armários antigos,
A terra molhada...
Seu sorriso, minhas gargalhadas,
O som da música embaixo do pé de amora,
Todo o tempo que eu joguei fora...
O medo da chuva, o sapato ensopado,
Palavras correndo iluminadas pelo céu nublado.
Amores perdidos, o cheiro do rum,
O amanhecer daquela páscoa de 2001...
Anos que passaram, sem perceber,
Que ainda se mostram presentes, dentro do meu ser...
Simples e complicado, é como me vejo,
Maior do que aparento, menor do que desejo,
Por tudo que já passei, tudo que conheci,
Carrego em minhas costas, aquilo que vivi.
domingo, 9 de setembro de 2012
Pra ser sincero,
Sim, esperei mais, esperei mais de tudo...
E acabei me decepcionando,
Não que seja ruim, é só tempo perdido,
Que eu não podia me dar o luxo de perder.
Me sinto como um garoto, o moleque que nunca fui,
Que passa o tempo tentando alcançar rabiolas de pipas coloridas,
Longe no céu, desprezando o que interessa, o carretel de linha nas mãos de alguém.
Não entenda mal, vejo o carretel, só ignoro ele pra continuar com a minha corrida inútil.
Gasto o tempo em que deveria procurar o meu lugar,
O recanto dos corações quebrados, um lugar pra nunca se sentir só...
E me perco no caminho disso,
Me decepcionando com uma pedra mal colocada no grande asfalto da vida.
Mas isso não acaba aqui,
Quer dizer, até que acaba, nunca fui um iludido,
Não há porque ser um agora, não nessa altura do campeonato,
E o que quer que eu esteja procurando eu vou achar, e tomar pra mim,
Como deve ser.
Nem que as vezes precise do peso pra me trazer de volta pra realidade,
Algo pra curar minhas asas quebradas, o começo do recanto,
Não deve ser tão difícil assim, não pra mim,
É preciso esquecer os sorrisos do passado,
Para que se possa sorrir no futuro sem remorso algum.
Acabo escrevendo isso por puro egoísmo,
Tenho que deixar registrado que um dia pensei assim,
Minha opinião muda, como eu mudo,
Não sou o que era ontem, nem o que vou ser amanhã...
Melhor do que antes, pior do que depois.
E acabei me decepcionando,
Não que seja ruim, é só tempo perdido,
Que eu não podia me dar o luxo de perder.
Me sinto como um garoto, o moleque que nunca fui,
Que passa o tempo tentando alcançar rabiolas de pipas coloridas,
Longe no céu, desprezando o que interessa, o carretel de linha nas mãos de alguém.
Não entenda mal, vejo o carretel, só ignoro ele pra continuar com a minha corrida inútil.
Gasto o tempo em que deveria procurar o meu lugar,
O recanto dos corações quebrados, um lugar pra nunca se sentir só...
E me perco no caminho disso,
Me decepcionando com uma pedra mal colocada no grande asfalto da vida.
Mas isso não acaba aqui,
Quer dizer, até que acaba, nunca fui um iludido,
Não há porque ser um agora, não nessa altura do campeonato,
E o que quer que eu esteja procurando eu vou achar, e tomar pra mim,
Como deve ser.
Nem que as vezes precise do peso pra me trazer de volta pra realidade,
Algo pra curar minhas asas quebradas, o começo do recanto,
Não deve ser tão difícil assim, não pra mim,
É preciso esquecer os sorrisos do passado,
Para que se possa sorrir no futuro sem remorso algum.
Acabo escrevendo isso por puro egoísmo,
Tenho que deixar registrado que um dia pensei assim,
Minha opinião muda, como eu mudo,
Não sou o que era ontem, nem o que vou ser amanhã...
Melhor do que antes, pior do que depois.
terça-feira, 4 de setembro de 2012
A white dress whirling
Querida dama, será que existes?
Te procuro em cada olhar, cada gesto,
Mas não estás lá...
Me desespero e te vejo flutuando como brisa,
Linda borboleta branca ao alcance de minhas mãos...
Mas quando lhe alcanço vejo que se tratam de mariposas,
Nenhuma delas tem o seu brilho, ou sua leveza,
Por isso aqui me encontro e pergunto, tardiamente,
Onde está você? Será que passou e não te vi?
Não tenho respostas pra isto... Ainda estou sozinho,
Longe da perfeição, mas ainda assim tão perto,
E ao encarar o espelho espero poder te ver,
Não de modo concreto, talvez abstrato,
Penso entender Da Vinci agora, ele também lhe buscava?
Minha Monalisa, meu sonho, minha paz,
Doce ilusão de um marujo solitário.
Te procuro em cada olhar, cada gesto,
Mas não estás lá...
Me desespero e te vejo flutuando como brisa,
Linda borboleta branca ao alcance de minhas mãos...
Mas quando lhe alcanço vejo que se tratam de mariposas,
Nenhuma delas tem o seu brilho, ou sua leveza,
Por isso aqui me encontro e pergunto, tardiamente,
Onde está você? Será que passou e não te vi?
Não tenho respostas pra isto... Ainda estou sozinho,
Longe da perfeição, mas ainda assim tão perto,
E ao encarar o espelho espero poder te ver,
Não de modo concreto, talvez abstrato,
Penso entender Da Vinci agora, ele também lhe buscava?
Minha Monalisa, meu sonho, minha paz,
Doce ilusão de um marujo solitário.
Assinar:
Postagens (Atom)