Dentro do meu ser
Preso embotado
Por entre dias enfadonhos
Adormecido por entre correntes
Dentre sonhos reprimidos e momentos dormentes
Assim abro minha mente
Entre o torpor e a indiferença
Caminhando sempre sem crença
Sentindo os refrescantes raios sobre a pele
Sem a preocupação de amar
Respeitar ou jurar
Me pego num sono, em um leve despertar
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